sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ENSINE SEU FILHA A ORAR


Certa vez, uma mãe viu seu filhinho sentado em um canto da sala, recitando alto as letras do alfabeto: a, b, c, d, e, f, g...
Intrigada, ela se aproximou e lhe perguntou: filho, o que você está fazendo?


Mamãe, você me disse para eu orar sempre a Deus. Acontece que eu não sei como fazer. Então resolvi ir dizendo o alfabeto inteiro para Deus, pedindo que faça uma boa oração com essas letras.
O fato poderia ser tomado como uma dessas coisas de criança se não houvesse tanta fé na simplicidade do gesto. Simplicidade que esquecemos muitas vezes.

Quantas vezes dizemos que não sabemos orar ou como nos dirigir ao Criador. Chegamos a pedir a outros que orem por nós, pelas nossas necessidades, pelos nossos afetos, porque não sabemos como orar.

E é tão simples. Orar é dialogar com quem é o maior responsável pela nossa vida, por tudo que somos, desde que nos originamos da sua vontade: Deus.

Não há necessidade de palavras difíceis, rebuscadas ou decoradas. A oração deve ser espontânea, gerada pela necessidade do momento. Ou por um momento de intensa alegria, uma conquista concretizada, um objetivo alcançado.

Já nos ensinou o Mestre Galileu em seu tempo: não creiais que por muito falardes, sereis ouvidos. Não é pela multiplicidade das palavras que sereis atendidos.

E sabiamente ainda ensinou Jesus que se devia orar ao Pai em secreto. Portanto, existem muitas preces que nem chegam a ser proferidas. Explodem da alma para os céus sem que os lábios tomem parte, sem que as cordas vocais sejam acionadas.

Deus vê o que se passa no fundo dos corações. Lê o pensamento dos seus filhos.
A oração pode se tomar incessante em nossas vidas sem que haja necessidade de tomarmos qualquer postura especial. A prece pode ser de todos os instantes, sem nenhuma interrupção dos nossos trabalhos.

Pode consistir no ato de reconhecimento a Deus quando escapamos de um acidente que poderia ser fatal. Pode ser um momento de êxtase pela beleza do oceano que joga suas ondas contra as rochas, desejando arrebatá-las para o seu seio.

Ou, ainda, ante o espetáculo de cores do arco-íris após a tormenta que despetalou as rosas.
Sem fórmulas prontas, sem palavras encomendadas ou de difícil pronúncia.
Rogar, agradecer. Exatamente como a criança que ganha um brinquedo, pula no colo do pai, e diz sorrindo: obrigado, papai. Adorei.

Ou, quando, súplice, pede: papai compra um sorvete? Ah, por favor. Compra, papai.
Singeleza, simplicidade. É assim que devemos dialogar com Deus, nosso Pai.
Deus, em sua infinita misericórdia, criou um canal especial de comunicação para que a qualquer hora, em qualquer lugar, todo ser pensante pudesse falar com ele.

Este canal chama-se prece. Acessível ao pobre, ao abastado, ao letrado e ao desprovido de recursos intelectuais. À criança e ao adulto; a quem crê e até mesmo a quem não crê mas que um dia se dá conta que é muito confortador ter um Pai que escuta sempre, atende e socorre.
Não se esqueça de usar o seu canal especial de comunicação.

Fonte: Momento Espírita, a partir do cap. "A oração de uma criança", da obra Histórias para o coração da mulher de Alice Gray e do cap. XXVII, item 22 de O Evangelho segundo o Espiritísmo.

www.belasmensagens.com.br/.../precioustop.jpg

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

30 DE AGOSTO: DIA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS / NÚMERO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS REDUZ EM 17% NO BRASIL, MAS AÍNDA É ALTO



Por Oficina de Imagens, organização integrante da Rede ANDI Brasil

O Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças, 30 de agosto, foi instituído para sensibilizar as pessoas acerca do assunto que, apesar de ter dimensões exorbitantes, ainda é pouco reconhecido como um problema pelo poder público e sociedade. Para se ter uma ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, 77% dos óbitos infantis devido a causas externas são motivados por acidentes, enquanto 15% acontecem por causa da violência.

Segundo a presidente do Comitê de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Mineira de Pediatria, Marislaine Lumena de Mendonça, o total de mortes por acidentes é maior que a soma dos óbitos por todas as principais doenças que atingem as crianças. Para ela, a falta de informação explica a pouca atenção dada ao assunto. "Os acidentes são a principal causa de mortes entre crianças de 1 a 14 anos e por isso se configuram como um quadro de saúde pública de grande magnitude. Mas essas mortes ainda são muito desprezadas", avalia.

Em 2008, 465 cria nças morreram e 14.078 foram hospitalizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais, segundo Ministério da Saúde. Só no Hospital de Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, 39.005 crianças foram atendidas vítimas de acidentes no ano passado.

De acordo com registros do Ministério da Saúde, o número de mortes por acidentes com crianças reduziu 17% nos últimos sete anos, mas a coordenadora de projetos da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, afirma que a situação é muito preocupante. "Além do número de óbitos ser alto, é preciso pensar que a morte é um dos desfechos possíveis para esses acidentes. As crianças que são hospitalizadas podem ficar com sequelas permanentes, resultando em uma abreviação de vida", explica.

Calcula-se que para cada criança que morre por trauma ocorrem de 20 a 50 hospitalizações e um terço das crianças hospitalizadas evolui com sequelas permanentes.

Segundo as especialistas Marislaine Lumena de Mendonça e Ingrid Stammer, o que é mais alarmante é a constatação de que 90% desses óbitos poderiam ter sido evitados através de ações de prevenção, em que a família proporciona um ambiente seguro para as crianças. "Todo acidente, querendo ou não, é fruto de uma falha no cuidado de alguém. É preciso que se assuma que a cultura de prevenção pode ser positiva. As pessoas pensam que isso nunca vai acontecer com elas e não é esse o caminho", explica Ingrid Stammer.

A pobreza e os acidentes

A falta de informação e de campanhas de conscientização é uma das explicações para o fato de 95% de esses acidentes acontecerem em países em desenvolvimento, segundo o Relatório Mundial sobre a Prevenção de Acidentes com Crianças, divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em dezembro de 2008.

Outra razão para esse índice é a falta de infra-estrutura adequada para as crianças. Segundo Ingrid Stammer, essa pode ser apontada como uma das falhas nas políticas públicas em relação ao problema. "A ausência de espaço de lazer adequado para as crianças gera alternativas inseguras para elas brincarem", explica.

A condição social das famílias em países de baixo e médio rendimento também é apontada como a razão para o alto índice, segundo Lumena de Mendonça. "Isso se dá muitas vezes pela baixa instrução, o alto índice de mães jovens e solteiras, o uso de drogas pelos pais, desemprego ou falta o entorno de proteção no lugar onde aquela criança vive", explica.

Acidentes e prevenção

Queda - As quedas representam o maior índice de atendimentos a acidentes com crianças no HPS João XXIII - só no ano passado foram 13.221 casos de crianças e jovens de 0 a 19 anos. Em média, são mais 36 atendimentos diários. Segundo a pediatra Lumena de Mendonça, a prevenção deve focar quedas maiores que 1,5 metros, que são consideradas graves. Deve-se evitar que crianças brinquem na laje de casa ou soltem pipa em cima do telhado.

Queimaduras - As queimaduras matam 11 vezes mais crianças em países em desenvolvimento, segundo Relatório da Unicef, e estão entre as principais causas de morte de crianças de 1 a 9 anos no Brasil. Elas devem ser prevenidas com os devidos cuidados na cozinha, com o fogão, velas, lamparinas, álcool e os "gatos" na rede elétrica.

Intoxicação - A intoxicação acontece quatro vezes mais em famílias de baixa renda. Para preveni-la, deve-se tomar o cuidado ao guardar produtos fora do alcance das crianças e mantê-los na embalagem original.

Afogamento - O afogamento é a segunda maior causa de mortes em crianças até 14 anos. Para preveni-los, devem-se esvaziar os baldes após o uso e colocá-los sempre virados para baixo e não permitir que crianças nadem sem acompanhamento de adultos mesmo que com o uso de boias.

Acidentes de trânsito - Já os acidentes de trânsito que resultam em traumatismo e os atropelamentos são a principal causa de mortes de crianças e adolescentes. A legislação brasileira determina o uso do cinto e da cadeirinha de segurança, além da prudência no trânsito.

Informações fornecidas pela pediatra do HPS João XXIII, Marislaine Lumena de Mendonça.

Legislação

Além da informação, outra forma de se evitar o problema é investir em maior rigidez nas leis. A obrigatoriedade de profissionais da educação que trabalham com crianças terem curso de primeiros socorros, a proibição da utilização do álcool líquido como instrumento de limpeza e a determinação de que fogões sejam vendidos sempre com as bocas maiores atrás já estão sendo discutidos como projetos de lei. Mas, segundo as especialistas, o controle na comercialização de corrosivos ainda precisa ganhar força de lei e a garantia de vagas em creches precisa ser efetivada.

A sensibilização deve abordar também outras consequências dos acidentes com crianças. Segundo Ingrid Stammer, as vítimas ficam marcadas para sempre e sofrem com o preconceito. "Essa criança fica mais receosa em se expor na escola, o que dificulta sua capacitação para o mercado de trabalho. Além disso, a família se desestrutura por ter que conviver com a amargura e culpa pelo acidente. Por fim, há ainda a questão financeira uma vez que o tratamento e medicamento são muito caros", explica.

Fonte: Direitos da Criança
www.direitosdacriança.org.br

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PAIS E PROFESSORES TÊM DIFICULDADES EM ENCONTRAR PROBLENMAS PSICOLÓGICOS NAS CRIANÇAS




Exemplos clínicos e vários estudos vêm demonstrando que, em muitos casos, não existem problemas de comportamentos nas crianças e adolescentes, conforme afirmam professores e pais.

De forma geral, comportamentos indesejáveis (ficar mal humorado e nervoso, matar ou “enforcar” aula, muitas vezes ser desobediente etc.) também são encontrados em crianças e adolescentes que não são encaminhados a terapia, evidenciando que são comportamentos comuns para sua faixa etária, meio cultural e social.

Muitas crianças e adolescentes dispõem de comportamentos desejáveis (ajudar os outros, expressar carinhos, fazer perguntas etc.), mas não têm a oportunidade de mostrá-los na escola, onde provavelmente se comportam segundo as normas e diretrizes das entidades. Eles percebem que, agindo de forma indesejável, encontram atenção do adulto e dos colegas e conseqüentemente são motivados a repetirem tal comportamento.Os professores, ao encaminharem as crianças e os jovens à psicoterapia, costumam levar mais em consideração os comportamentos indesejados que os desejados, mostrando que estão com a atenção mais voltada aos comportamentos negativos.

Os meninos são os mais indicados para o tratamento psicológico por apresentarem mais comportamentos indesejáveis que as meninas. Já as meninas aparentam ter comportamentos mais maduros em algumas habilidades interpessoais, como tomar iniciativas e expressar opiniões, e apresentam mais problemas internalizados (medo, timidez etc.), mais comuns em pessoas mais velhas.

As crianças e os jovens, ao interagirem com os colegas e adultos de forma socialmente habilidosa e desejável, podem conseguir atenção e também ser menos rejeitados. Conseqüentemente, terão mais atenção e diminuirão o número de comportamentos indesejáveis. Só temos que motivá-los sempre que esses comportamentos aparecem.

Conhecer as razões que levam pais e professores a encaminharem essa população para psicoterapia é um tema de grande relevância quando se pensa em realizar trabalhos preventivos. Quanto mais conhecimentos tiverem sobre os reais motivos para o encaminhamento psicológico infantil, mais facilmente é possível evidenciar os verdadeiros fatores que fazem os pais e professores identificarem “crianças e adolescentes problemáticos” em meio a outras consideradas ajustadas. Identificar corretamente crianças e jovens que merecem atenção psicológica é ainda mais relevante quando se observa que parte dessa população que busca ajuda psicológica, na realidade, não apresenta problemas comportamentais significativos a ponto de serem encaminhadas aos consultórios psicológicos.

É evidente que pais e professores precisam receber mais orientações sobre os verdadeiros comportamentos desajustados. Esse treinamento tem que ser feito por psicólogos e profissionais da área da saúde mental em escolas e centros especializados.

Por Anderson Xavier

Palavras-chave: Psicólogos, Psicologia Infantil, Pais, mães, problemas psicológicos.

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27 DE AGOSTO DIA DO PSICÓLOGO


DIA NACIONAL DO PSICÓLOGO

No dia 27 de agosto é comemorado no Brasil o Dia do Psicólogo. Nesta mesma data, no ano de 1964, a psicologia estuda a alma humana.

A psicologia busca não uma definição do homem enquanto ser coletivo, mas sim do homem indivíduo, de suas angústias, suas inquietações.

O conceito de psicologia só veio surgir no século XIX. Diversas escolas da psicologia foram se desenvolvendo: behaviorismo, psicanálise, Gestalt, desenvolvimentista, humanismo. Cada uma dessas escolas tem uma perspectiva diferente de estudo da psicologia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

AJUDAR É PRECISO!!! CRIANÇA ESPERANÇA UMA BONITA INICIATIVA DA REDE GLOBO COM A UNICEF PARA BENEFICIAR CRIANÇAS CARENTES



Criança Esperança é uma das mais bem sucedidas marcas relacionadas a programas sociais dirigidos à crianças carentes em todo o mundo. Realizado anualmente como um programa televisivo sendo exibido pela Rede Globo de Televisão, é também reconhecido pela Unesco como "modelo".

A Campanha, que completa 24 anos 1986-2009, Começou Num Especial Que Comemorou Os 20 Anos dos Trapalhões e já arrecadou mais de R$ 190 milhões e apoiou mais de 5 mil projetos sociais, o equivalente a mais de 3 milhões de crianças beneficiadas diretamente.

Até 2003, o Criança Esperança era desenvolvido em parceria entre a TV Globo e A Unicef. Após essa data, em 2004, é uma parceria entre a TV Globo e A Unesco. As doações feitas por telefone pelos telespectadores do programa são creditadas diretamente para a conta da Unesco. Também em 2004 o Criança Esperança passou a ter dois dias de programa televisivo, sendo realizado no sábado à noite e domingo à tarde.

O embaixador do programa no Brasil é Renato Aragão. De 1986 a 2007, a maior parte dos shows foi realizada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. As outras edições ocorreram em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e no Rio de Janeiro. Em 2008, os shows foram realizados no Rio de Janeiro, nos dias 02 e 03 de agosto, na Arena Multiuso, na Barra da Tijuca.

IDÉIAS PARA DESENVOLVAR A COORDENAÇÃO MOTORA FINA DA CRIANÇA




1. Pegue um daqueles vidros de remédio com conta gotas que você tem no armário.
Ensine a criança a apertar a borracha usando o dedo polegar e o dedo indicador. Use um timer e o programe para 5 segundos.Veja quantas vezes a criança consegue apertar. Faça isso várias vezes ao dia com a criança e assegure que ela use ambas as mãos. Esse movimento vai ajudar à criança a ter firmeza ao segurar o lápis para escrever.

2. Esse exercício é muito bom mas funciona melhor se você tiver uma maçaneta redonda.O processo é o mesmo do número 1. Pegue um timer e marque quantas vezes a criança consegue rodar a mão para abrir a porta. Esse movimento é bom para o pulso e, com certeza, vai ajudar a criança a posicioná-lo na hora de escrever.

3. Providencie um daqueles brinquedos de plástico que se coloca na banheira para a criança brincar. Sabe aqueles fáceis de apertar? Brinque com a criança no banho que é mais divertido, mas deixe que ela aperte o brinquedo. Esse movimento ajuda na flexibilidade dos dedos.

4. Arrange um chocalho para o próximo exercício. Você pode inclusive confeccionar um com garrafinhas de plástico de refrigerante e macarrão, milho ou lentilha dentro. Ensine a criança a balançar o chocalho para frente e para trás mas sem mexer o braço, somente o pulso. Se for necessário, nas primeiras vezes, segure o anti-braço da criança para que ela não o mexa. Esse exercício dá mais agilidade para o pulso.

5. Coloque areia numa bacia e faça desenhos junto com a criança. Incentive o uso do dedo indicador na confecção do desenho. Deixe que a criança brinque depois. Explore outras texturas com a criança. Tinta, milho, arroz, creme de barbear, água com anilina colorida e algodão são outros exemplos.

6. Rasgar jornal e papel também ajuda. Você pode convidar a criança para depois fazer uma chuva de papel ou uma grande colagem.

7. Compre uma folha de EVA e recorte algumas figuras (de preferência as preferidas da criança). Por exemplo, se ela gosta de carros,corte figuras de um carro comum, um de corrida e um jipe. Se a menina gosta de brincar de bonecas, corte uma camiseta para boneca, chapéu e bolsinha. Escolha duas figuras apenas para começar. Faça um furo no meio das figuras e entregue um cadarço para a criança. Sentado atrás da criança faça com ela o movimento de constura, enfiando o cadarço nas figuras. Primeiro use sua mão por cima da criança. Aos poucos, faça menos pressão nos movimentos até que a criança coloque duas figuras independentemente. Aí sim você pode incorporar mais figuras. Esse exercício ajuda muito no movimento de pegar o lápis. Aconselha-se começar com figuras de EVA para depois passar a pequenas contas.

8. Ensine a criança a desenhar linhas. Faça primeiro umalinha horizontal _________ e diga a ela: “Copia o que eu faço”// “Faça isso!” e deixe ela copiar. Se a criança não conseguir fazer, utilize a sua mão por cima da dela para que ela consiga sucesso no início. Aos poucos diminua a pressão até que a criança consiga fazer o exercício sozinha. Depois de fazer ________, passe para linha vertical, X, + , O, , D. Mais tarde tente sol, face, pessoa, árvore,etc.

Por Patrícia Tiago

25 DE AGOSTO (DIA DO SOLDADO) / DUQUE DE CAXIAS - PATRONO DO EXÉRCITO BRASILEIRO



O Dia do Soldado é instituído em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803. Com pouco mais de 20 anos já é capitão e, aos 40, marechal-de-campo. Entra na História como "o pacificador" e sufoca muitas rebeliões contra o Império. Comanda as forças brasileiras na Guerra do Paraguai, vencida pela aliança Brasil-Argentina-Uruguai em janeiro de 1869, com um saldo de mais de 1 milhão de paraguaios mortos (cerca de 80% da população). Depois da guerra, Lima e Silva é elevado à condição de duque de Caxias — o mais alto título de nobreza concedido pelo imperador.