terça-feira, 22 de setembro de 2009

LEILÃO DE JARDIM / CECÍLIA MEIRELES

22 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL SEM CARRO - A NATUREZA AGRADECE!!!



SALVE, SALVE! BEM VINDA A PRIMAVERA


A Primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.

Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.
Fonte: Winkipédia

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

08 ANOS DO ATAQUE TERRORISTA AOS ESTADOS UNIDOS AINDA HOJE CELEBRAM A MÉMORIAS DAS VÍTIMAS


Os ataques terroristas de 11 de setembro, chamados também de atentados de 11 de setembro, foram uma série de ataques suicidas, coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis nos Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001.

Na manhã deste dia, quatro aviões comerciais foram seqüestrados, sendo que dois deles colidiram contra as torres do World Trade Center em Manhattan, Nova York. Um terceiro avião, o American Airlines Flight 77, foi direcionado pelos seqüestradores para uma colisão contra o Pentágono,[1][2] no Condado de Arlington, Virgínia. Os destroços do quarto avião, que atingiria o Capitólio, o United Airlines Flight 93, foram encontrados espalhados num campo próximo de Shanksville, Pensilvânia. A versão oficial apresentada pelo governo norte-americano reporta que os passageiros enfrentaram os supostos seqüestradores e que, durante este ataque, o avião caiu.[1][2] Os atentados causaram a morte de 3234 pessoas e o desaparecimento de 24.

Desde a Guerra de 1812, esse foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e altamente corretivos imposto por forças inimigas em território americano. Causado por uma célula terrorista ligada à rede Al Qaeda, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes superior a 3 mil. Para se ter uma idéia quantitativa de seu resultado arrasador, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem aviso prévio dos japoneses à base naval de Pearl Harbor em 1941; além disso, essa terrível demonstração de impunidade foi caprichosamente planejada e direcionada aos ícones americanos, praticada impunemente, e tendo como armas aviões comerciais. O ato agravou-se muito mais por ter sido transmitido ao vivo pelas cadeias de TV do mundo inteiro, com a própria tecnologia americana. Tal ataque, ainda sem precedentes em toda a história da humanidade, feriu profundamente o orgulho americano e superou, em muito, o efeito moral imposto às tropas americanas pela força aérea japonesa.

Fonte: Winkipédia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

08 DE SETEMBRO DE MUNDIAL DA ALFABETIZAÇÃO



A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.

Há 11 anos, na Conferência Educação para Todos, na Tailândia, a Unesco se comprometia a diminuir os índices mundiais de analfabetismo. A cada ano, governantes de todo o mundo discutem os caminhos para erradicar o analfabetismo. Hoje, apesar da situação ter melhorado, cerca de 25% de adultos e jovens dos países em desenvolvimento e pobres ainda são analfabetos, o que corresponde a cerca de 900 milhões de pessoas. De acordo com o IBGE, existem no Brasil cerca de 15 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais, o que representa 11,8% da população.

A alfabetização é um forte instrumento de inclusão social e é um fator determinante de mudança e um instrumento prático de poder no que respeita às três vertentes principais do desenvolvimento sustentável: o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento social e a proteção do ambiente.

A experiência e os estudos efetuados mostram que a alfabetização pode ter um papel essencial na erradicação da pobreza, no aumento das possibilidades de emprego, na promoção da igualdade entre os sexos, na melhora da saúde familiar, na proteção do ambiente e na promoção da participação democrática. Um meio familiar alfabetizado favorece muito o desenvolvimento da criança, tendo um impacto positivo na duração da escolarização das moças e dos rapazes, bem como no modo como adquirem os conhecimentos.

Durante os últimos anos, numerosos programas de alfabetização foram mais claramente orientados para as necessidades locais, especialmente privilegiando o desenvolvimento comunitário e a proteção do ambiente. Essas abordagens procuram enriquecer os cursos de alfabetização, ultrapassando as funções básicas da leitura e da escrita para incluírem competências da vida diária e o conteúdo correspondente.

Tal como a aprendizagem ao longo da vida, a alfabetização está no centro do desenvolvimento sustentável. Contudo, estima-se que, atualmente, o número de analfabetos ronde os 800 milhões de adultos, dos quais cerca de dois terços são mulheres. Calcula-se ainda que mais de 100 milhões de crianças não freqüentem a escola. É evidente que o apoio dado à alfabetização está ainda longe de responder às necessidades existentes.

Neste Dia Internacional da Alfabetização lembremos que a alfabetização para todos é uma parte integrante da educação para todos e que esses dois aspectos se revestem de uma importância crucial para a realização de um desenvolvimento realmente sustentável para todos.

A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
Há 11 anos, na Conferência Educação para Todos, na Tailândia, a Unesco se comprometia a diminuir os índices mundiais de analfabetismo. A cada ano, governantes de todo o mundo discutem os caminhos para erradicar o analfabetismo. Hoje, apesar da situação ter melhorado, cerca de 25% de adultos e jovens dos países em desenvolvimento e pobres ainda são analfabetos, o que corresponde a cerca de 900 milhões de pessoas. De acordo com o IBGE, existem no Brasil cerca de 15 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais, o que representa 11,8% da população.

A alfabetização é um forte instrumento de inclusão social e é um fator determinante de mudança e um instrumento prático de poder no que respeita às três vertentes principais do desenvolvimento sustentável: o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento social e a proteção do ambiente.

A experiência e os estudos efetuados mostram que a alfabetização pode ter um papel essencial na erradicação da pobreza, no aumento das possibilidades de emprego, na promoção da igualdade entre os sexos, na melhora da saúde familiar, na proteção do ambiente e na promoção da participação democrática. Um meio familiar alfabetizado favorece muito o desenvolvimento da criança, tendo um impacto positivo na duração da escolarização das moças e dos rapazes, bem como no modo como adquirem os conhecimentos.

Durante os últimos anos, numerosos programas de alfabetização foram mais claramente orientados para as necessidades locais, especialmente privilegiando o desenvolvimento comunitário e a proteção do ambiente. Essas abordagens procuram enriquecer os cursos de alfabetização, ultrapassando as funções básicas da leitura e da escrita para incluírem competências da vida diária e o conteúdo correspondente.

Tal como a aprendizagem ao longo da vida, a alfabetização está no centro do desenvolvimento sustentável. Contudo, estima-se que, atualmente, o número de analfabetos ronde os 800 milhões de adultos, dos quais cerca de dois terços são mulheres. Calcula-se ainda que mais de 100 milhões de crianças não freqüentem a escola. É evidente que o apoio dado à alfabetização está ainda longe de responder às necessidades existentes.

Neste Dia Internacional da Alfabetização lembremos que a alfabetização para todos é uma parte integrante da educação para todos e que esses dois aspectos se revestem de uma importância crucial para a realização de um desenvolvimento realmente sustentável para todos.

FONTE: JORNAL PONTO FINAL

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ENSINE SEU FILHA A ORAR


Certa vez, uma mãe viu seu filhinho sentado em um canto da sala, recitando alto as letras do alfabeto: a, b, c, d, e, f, g...
Intrigada, ela se aproximou e lhe perguntou: filho, o que você está fazendo?


Mamãe, você me disse para eu orar sempre a Deus. Acontece que eu não sei como fazer. Então resolvi ir dizendo o alfabeto inteiro para Deus, pedindo que faça uma boa oração com essas letras.
O fato poderia ser tomado como uma dessas coisas de criança se não houvesse tanta fé na simplicidade do gesto. Simplicidade que esquecemos muitas vezes.

Quantas vezes dizemos que não sabemos orar ou como nos dirigir ao Criador. Chegamos a pedir a outros que orem por nós, pelas nossas necessidades, pelos nossos afetos, porque não sabemos como orar.

E é tão simples. Orar é dialogar com quem é o maior responsável pela nossa vida, por tudo que somos, desde que nos originamos da sua vontade: Deus.

Não há necessidade de palavras difíceis, rebuscadas ou decoradas. A oração deve ser espontânea, gerada pela necessidade do momento. Ou por um momento de intensa alegria, uma conquista concretizada, um objetivo alcançado.

Já nos ensinou o Mestre Galileu em seu tempo: não creiais que por muito falardes, sereis ouvidos. Não é pela multiplicidade das palavras que sereis atendidos.

E sabiamente ainda ensinou Jesus que se devia orar ao Pai em secreto. Portanto, existem muitas preces que nem chegam a ser proferidas. Explodem da alma para os céus sem que os lábios tomem parte, sem que as cordas vocais sejam acionadas.

Deus vê o que se passa no fundo dos corações. Lê o pensamento dos seus filhos.
A oração pode se tomar incessante em nossas vidas sem que haja necessidade de tomarmos qualquer postura especial. A prece pode ser de todos os instantes, sem nenhuma interrupção dos nossos trabalhos.

Pode consistir no ato de reconhecimento a Deus quando escapamos de um acidente que poderia ser fatal. Pode ser um momento de êxtase pela beleza do oceano que joga suas ondas contra as rochas, desejando arrebatá-las para o seu seio.

Ou, ainda, ante o espetáculo de cores do arco-íris após a tormenta que despetalou as rosas.
Sem fórmulas prontas, sem palavras encomendadas ou de difícil pronúncia.
Rogar, agradecer. Exatamente como a criança que ganha um brinquedo, pula no colo do pai, e diz sorrindo: obrigado, papai. Adorei.

Ou, quando, súplice, pede: papai compra um sorvete? Ah, por favor. Compra, papai.
Singeleza, simplicidade. É assim que devemos dialogar com Deus, nosso Pai.
Deus, em sua infinita misericórdia, criou um canal especial de comunicação para que a qualquer hora, em qualquer lugar, todo ser pensante pudesse falar com ele.

Este canal chama-se prece. Acessível ao pobre, ao abastado, ao letrado e ao desprovido de recursos intelectuais. À criança e ao adulto; a quem crê e até mesmo a quem não crê mas que um dia se dá conta que é muito confortador ter um Pai que escuta sempre, atende e socorre.
Não se esqueça de usar o seu canal especial de comunicação.

Fonte: Momento Espírita, a partir do cap. "A oração de uma criança", da obra Histórias para o coração da mulher de Alice Gray e do cap. XXVII, item 22 de O Evangelho segundo o Espiritísmo.

www.belasmensagens.com.br/.../precioustop.jpg

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

30 DE AGOSTO: DIA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS / NÚMERO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS REDUZ EM 17% NO BRASIL, MAS AÍNDA É ALTO



Por Oficina de Imagens, organização integrante da Rede ANDI Brasil

O Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças, 30 de agosto, foi instituído para sensibilizar as pessoas acerca do assunto que, apesar de ter dimensões exorbitantes, ainda é pouco reconhecido como um problema pelo poder público e sociedade. Para se ter uma ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, 77% dos óbitos infantis devido a causas externas são motivados por acidentes, enquanto 15% acontecem por causa da violência.

Segundo a presidente do Comitê de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Mineira de Pediatria, Marislaine Lumena de Mendonça, o total de mortes por acidentes é maior que a soma dos óbitos por todas as principais doenças que atingem as crianças. Para ela, a falta de informação explica a pouca atenção dada ao assunto. "Os acidentes são a principal causa de mortes entre crianças de 1 a 14 anos e por isso se configuram como um quadro de saúde pública de grande magnitude. Mas essas mortes ainda são muito desprezadas", avalia.

Em 2008, 465 cria nças morreram e 14.078 foram hospitalizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais, segundo Ministério da Saúde. Só no Hospital de Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, 39.005 crianças foram atendidas vítimas de acidentes no ano passado.

De acordo com registros do Ministério da Saúde, o número de mortes por acidentes com crianças reduziu 17% nos últimos sete anos, mas a coordenadora de projetos da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, afirma que a situação é muito preocupante. "Além do número de óbitos ser alto, é preciso pensar que a morte é um dos desfechos possíveis para esses acidentes. As crianças que são hospitalizadas podem ficar com sequelas permanentes, resultando em uma abreviação de vida", explica.

Calcula-se que para cada criança que morre por trauma ocorrem de 20 a 50 hospitalizações e um terço das crianças hospitalizadas evolui com sequelas permanentes.

Segundo as especialistas Marislaine Lumena de Mendonça e Ingrid Stammer, o que é mais alarmante é a constatação de que 90% desses óbitos poderiam ter sido evitados através de ações de prevenção, em que a família proporciona um ambiente seguro para as crianças. "Todo acidente, querendo ou não, é fruto de uma falha no cuidado de alguém. É preciso que se assuma que a cultura de prevenção pode ser positiva. As pessoas pensam que isso nunca vai acontecer com elas e não é esse o caminho", explica Ingrid Stammer.

A pobreza e os acidentes

A falta de informação e de campanhas de conscientização é uma das explicações para o fato de 95% de esses acidentes acontecerem em países em desenvolvimento, segundo o Relatório Mundial sobre a Prevenção de Acidentes com Crianças, divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em dezembro de 2008.

Outra razão para esse índice é a falta de infra-estrutura adequada para as crianças. Segundo Ingrid Stammer, essa pode ser apontada como uma das falhas nas políticas públicas em relação ao problema. "A ausência de espaço de lazer adequado para as crianças gera alternativas inseguras para elas brincarem", explica.

A condição social das famílias em países de baixo e médio rendimento também é apontada como a razão para o alto índice, segundo Lumena de Mendonça. "Isso se dá muitas vezes pela baixa instrução, o alto índice de mães jovens e solteiras, o uso de drogas pelos pais, desemprego ou falta o entorno de proteção no lugar onde aquela criança vive", explica.

Acidentes e prevenção

Queda - As quedas representam o maior índice de atendimentos a acidentes com crianças no HPS João XXIII - só no ano passado foram 13.221 casos de crianças e jovens de 0 a 19 anos. Em média, são mais 36 atendimentos diários. Segundo a pediatra Lumena de Mendonça, a prevenção deve focar quedas maiores que 1,5 metros, que são consideradas graves. Deve-se evitar que crianças brinquem na laje de casa ou soltem pipa em cima do telhado.

Queimaduras - As queimaduras matam 11 vezes mais crianças em países em desenvolvimento, segundo Relatório da Unicef, e estão entre as principais causas de morte de crianças de 1 a 9 anos no Brasil. Elas devem ser prevenidas com os devidos cuidados na cozinha, com o fogão, velas, lamparinas, álcool e os "gatos" na rede elétrica.

Intoxicação - A intoxicação acontece quatro vezes mais em famílias de baixa renda. Para preveni-la, deve-se tomar o cuidado ao guardar produtos fora do alcance das crianças e mantê-los na embalagem original.

Afogamento - O afogamento é a segunda maior causa de mortes em crianças até 14 anos. Para preveni-los, devem-se esvaziar os baldes após o uso e colocá-los sempre virados para baixo e não permitir que crianças nadem sem acompanhamento de adultos mesmo que com o uso de boias.

Acidentes de trânsito - Já os acidentes de trânsito que resultam em traumatismo e os atropelamentos são a principal causa de mortes de crianças e adolescentes. A legislação brasileira determina o uso do cinto e da cadeirinha de segurança, além da prudência no trânsito.

Informações fornecidas pela pediatra do HPS João XXIII, Marislaine Lumena de Mendonça.

Legislação

Além da informação, outra forma de se evitar o problema é investir em maior rigidez nas leis. A obrigatoriedade de profissionais da educação que trabalham com crianças terem curso de primeiros socorros, a proibição da utilização do álcool líquido como instrumento de limpeza e a determinação de que fogões sejam vendidos sempre com as bocas maiores atrás já estão sendo discutidos como projetos de lei. Mas, segundo as especialistas, o controle na comercialização de corrosivos ainda precisa ganhar força de lei e a garantia de vagas em creches precisa ser efetivada.

A sensibilização deve abordar também outras consequências dos acidentes com crianças. Segundo Ingrid Stammer, as vítimas ficam marcadas para sempre e sofrem com o preconceito. "Essa criança fica mais receosa em se expor na escola, o que dificulta sua capacitação para o mercado de trabalho. Além disso, a família se desestrutura por ter que conviver com a amargura e culpa pelo acidente. Por fim, há ainda a questão financeira uma vez que o tratamento e medicamento são muito caros", explica.

Fonte: Direitos da Criança
www.direitosdacriança.org.br